sábado, 24 de setembro de 2011

Diferenças entre chefes e líderes


  • O Chefe empurra – O Líder puxa
  • O Chefe comanda – O líder comunica
  • O Chefe é o “dono da boiada” – O líder é o maestro
  • O Chefe é o comandante – O líder é um treinador
  • O Chefe é o dono da voz mais alta – O líder fala normalmente para ser ouvido
  • O Chefe administra – O líder inova
  • O Chefe cópia – O líder é original
  • O Chefe mantém – O líder desenvolve
  • O Chefe pergunta “como” e “quando” – O líder pergunta “o quê” e “por quê?”
  • O Chefe convive melhor no “status-quo” – O líder desafia, muda
  • O Chefe é um bom soldado – O líder é ele mesmo
  • O Chefe faz a coisa corretamente – O líder faz a coisa certa
  • O Chefe obtém resultados através das pessoas- O líder desenvolve pessoas e grupo
  • O Chefe quer segurança e estabilidade – O líder quer desafios
  • O Chefe busca “status” de vida – O líder privilegia qualidade
  • Os Chefes são obedientes – Os líderes contestadores
  • Os Chefes são fazedores – Os líderes criativos.
  • O Chefe faz tudo que mandam – O líder faz o que é melhor para todos
O Líder...
  • Controla o comportamento - Libera o potencial
  • Não dá ordens - Motiva
  • Não Foca na execução da tarefa - Foca no processo
  • Não Resolve problemas - Ouve e ensina resolver problemas
  • Não assume a responsabilidade - Compartilha a responsabilidade
  • Não Dirige as pessoas - Serve as pessoas
NÃO / SIM
  • Administra - Inova
  • Imita - Cria
  • Mantém - Desenvolve
  • Aceita realidade -Investigará 
  • Enfatiza os sistemas e estruturas - Tem obsessão pelas pessoas
  • Tem uma visão de curto prazo - Tem uma perspectiva de longo prazo
  • Concentra-se no resultado imediato - Tem os olhos postos no futuro
  • Faz as coisas bem - Faz as coisas certas

Os grandes líderes são aqueles que formam outros líderes”
Hoje, os cargos de chefe estão sendo extintos, dando lugar aos gestores, pois hoje ninguém mais chefia e sim LIDERA pessoas.



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Diferença entre o Bom e o Mau líder


Segundo Antonio Carlos Gil, no livro “Gestão de Pessoas” da editora Atlas, os gestores de pessoas têm que desempenhar o papel de líder visando à cooperação das pessoas que atuam nas organizações para o alcance dos objetivos tanto organizacionais quanto individuais.

Portanto, no contexto da gestão de pessoas, é fundamental que estes gestores desenvolvam habilidades de liderança, afinal, como diz James Hunter no livro “O Monge e o Executivo” da editora sextante: Liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir objetivos comuns, inspirando confiança por meio da força do caráter.

Baseados no exposto acima, podemos caracterizar dois tipos de líderes, o bom e o mau, e suas principais diferenças. É um verdadeiro check-list que poderá nos ajudar no desenvolvimento das habilidades essenciais de um líder:

Delegação e Distribuição de Responsabilidade e Tarefas:

Bom Líder: Delega e distribui responsabilidades e tarefas baseado na maturidade profissional e pessoal.

Mau Líder: É centralizador, e quando delega responsabilidades e tarefas não se baseia em critérios de maturidade profissional e pessoal.


Objetivos e Metas

Bom Líder: Sua equipe tem claramente quais são os objetivos e metas tanto globais quanto da tarefa.

Mau Líder: Não transmite claramente, a sua equipe, quais são as metas e objetivos a serem alcançados.


Conflitos

Bom Líder: Enfrenta os conflitos de maneira construtiva, criativa e aberta, contribuindo para um melhor clima organizacional.

Mau Líder: Encara o conflito como ameaça para sua gestão.


Funções

Bom Líder: Cada membro de sua equipe tem claramente qual sua função e sabe a importância dela e das demais para o alcance dos objetivos.


Mau Líder: Os membros trabalham de forma independente, não reconhecendo a importância dos demais para o sucesso da equipe.


Avaliação


Bom Líder: Está sempre atento ao alcance dos objetivos e metas, para tanto realiza constantemente avaliações para mensurar seu progresso e verificar as discrepâncias para tomada de decisões.

Mau Líder: Preocupa-se em “mandar” e no resultado final, não se preocupando em avaliar e monitorar os possíveis desvios. Quando avalia não baseia-se em métodos específicos e sim no subjetivismo.


Pessoas

Bom Líder: Tem paixão por pessoas e trabalha no sentindo de desenvolvê-las, acompanhando, treinando, apoiando. Vê as pessoas como o patrimônio mais valioso de uma organização. Contribui muito para a motivação da pessoas, pois se preocupa em conhecer as necessidade de sua equipe e de cada colaborador.

Mau Líder: Enxerga as pessoas como meras peças importantes para que o sistema e a estrutura organizacional possa alcançar os objetivos.


Visão


Bom Líder: Trabalha no curto prazo com visão de longo. Em toda tarefa pensa na missão e visão organizacionais e na motivação de seus colaboradores.

Mau Líder: Concentra-se no resultado imediato, sem uma correlação com as demais áreas e a Visão de futuro da empresa.


Durante muitos anos desenvolvendo consultorias e implementando treinamentos em empresas dos mais diversos portes e ramos de atuação, percebo que os gestores brasileiros precisam desenvolver habilidade para liderar pessoas. Elas são a chave para o sucesso ou fracasso de uma gestão, pois são o patrimônio maior de qualquer organização.


Sejamos bons líderes capazes de desenvolver pessoas para o alcance dos objetivos organizacionais e individuais, para tanto, comece com a ferramenta aqui apresentada, identificando seus pontos fracos e fortes trabalhe para fortalecê-los.


Márcio A. Silva



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Resiliencia combina sete competencias

Na física é a propriedade da matéria voltar ao estado original após algum tipo de deformação. Serve para quem consegue manter ou recuperar a essência emocional, após um trauma ou situação limite.
Por Eduardo Zugaib


Com toques de reality-show, o mundo assistiu ao resgate dos 33 mineiros chilenos, presos após o desabamento de parte das galerias onde trabalhavam. Durante o confinamento, ficou clara a diferença de se ter em uma equipe pessoas que, além da técnica, também se destacam no campo das atitudes.

À somatória de competências de quem consegue manter ou recuperar sua essência emocional, após um trauma ou situação limite, dá-se o nome de resiliência.

Original da física, este termo define a propriedade da matéria voltar ao seu estado original após algum tipo de deformação. Ainda é cedo para avaliar os traumas decorrentes do confinamento dos mineiros, mas temos razões de sobra para afirmar que, pela dimensão do ocorrido, a resiliência foi um dos grandes fatores de sucesso dessa grande história.

O pesquisador George Souza Barbosa, na sua tese de doutorado em Psicologia Clínica, define resiliência como a combinação de sete competências humanas:

A administração das emoções, que é a habilidade de manter a serenidade diante de situações de estresse como uma espécie de termostato, que orienta o comportamento conforme as pistas dadas pelo estado emocional dos outros. Se está muito quente, ele ajuda a esfriar e vice-versa.

Controle de impulsos, que é a capacidade de regular a intensidade dos estímulos nervosos e musculares que, somatizados, tendem a se transformar em desconforto e dor.

Otimismo, que fortalece a crença de que as coisas podem, precisam e devem mudar para melhor, o que nos devolve, ao menos em parte, o poder de decisão tido como perdido.

Análise do ambiente, que ajuda na identificação precisa das causas do problema e da adversidade presente. Um fator racional, que nos motiva na busca de lugares mais seguros e de menos risco.

Empatia traduz a capacidade de compreensão das emoções e sentimentos dos outros. Além de um exercício de compaixão, ajuda na tomada de decisões e na escolha de melhores argumentos.

Auto eficácia refere-se à necessidade de sermos eficazes na solução dos próprios problemas, por meio dos recursos de que dispomos, em nós e no ambiente.

Alcançar pessoas refere-se à capacidade de formar fortes redes de apoio, vinculando-se a outros, sem medo do fracasso.

A emocionante história dos mineiros chilenos testemunhada pelo resto do mundo tende a deixar muitas lições no campo do autoconhecimento e da liderança. Quem viver, verá, nas telas do cinema. Ou lerá nos best-sellers que vêm por aí. [Webinsider]

domingo, 4 de setembro de 2011

A Importancia dos Relacionamentos Interpessoais em nossas carreiras

A importância do relacionamento interpessoal para nossas carreiras


Nos dias atuais com a globalização e a competitividade extrema de mercados, as habilidades técnicas perderam seus ideais valores, e as empresas, começaram a buscar cada vez mais participantes que tenham habilidades comportamentais e de relações humanas. Em questão disto, não bastamos mais termos apenas habilidades de desempenhar determinada função, ou apertar um parafuso milhares de vezes, agora o que nos é pedido é a necessidade denominada de habilidade interpessoal, cada vez mais requerida no mundo dos negócios. Esta habilidade descreve nossa maneira de se relacionar uns com os outros, e que, se bem desenvolvida, poderá nos agregar muito valor, alavancar nossas carreiras, e é de grande valia para quem almeija cargos executivos e de liderança. Porém o que uma boa habilidade interpessoal nos torna diferentes dos outros que não possuem tal habilidade bem desenvolvida? Esta pergunta pode ter várias respostas, iremos tratar aqui dos principais melhoramentos que esta competência traz às pessoas.

Primeiramente para se ter um bom relacionamento interpessoal, é necessário o autoconhecimento verdadeiro. Conheça seus pontos fortes e pontos fracos, consiga saber de suas qualidades e defeitos, e o que fazer para melhorá-los. Quando se conhece a si mesmo, começa-se a dar uma maior importância para coisas que realmente lhe fazem significado, sua visão do mundo se torna mais ampla, e consegue-se com uma maior destreza expor suas ideias e pensamentos e, principalmente, seus sentimentos. O autoconhecimento nos leva à posições realmente gratificantes, e isto está sendo muito valorizado nas empresas. Portanto este conhecimento de si, esta autorreflexão de ser é a chave para se ter um relacionamento interpessoal primoroso. O autoconhecimento nos fornece uma melhor interpretação de nossas emoções, o porquê agimos de determinadas maneiras diante de diversas circunstâncias, para que estas não nos prejudique tanto em situações do dia a dia, e assim nos sobressaimos e conseguimos enfrentar de maneira mais racional os problemas que enfrentamos todos os dias.

A psicanálise nos ajuda muito nesta prática. Ela nos permite a aprender ser quem somos, a ter coragem de nos sustentarmos sozinhos e a nos conhecermos. Amamos e admiramos pessoas que sabemos quem são, pois então, como poderá se amar sem se conhecer ? Se você não sabe quem é, não terá coragem o suficiente para colocar em prática suas ideias, pois não acreditará fielmente nelas, mudando de opinião a cada suspiro despejado ao seu lado. Ter um bom relacionamento interpessoal, nada mais é, que ter um autoconhecimento e uma grande inteligência emocional. Com esta habilidade nos expressaremos melhor, faremos nos entender mais facilmente, cultivaremos maiores afetos, e servirá como um trampolim para nossas carreiras.

O ser humano é um ser sociável, portanto sempre iremos nos relacionar uns com os outros, e ter um bom relacionamento interpessoal é a chave para alavancarmos nossas carreiras, nossa vida afetiva e social.

Contribuição De Leonardo Marioto

sábado, 20 de agosto de 2011

Uma introdução do empreendedor e as Sete Fontes de Oportunidades Inovadoras segundo Peter F. Drucker

Em seu livro ‘’Inovação e Espírito Empreendedor’’, Peter Drucker nos dá uma noção do que é o ser empreendedor e o que realmente é um empreendimento.



J. B. Say, um economista francês, define ao seu modo de ver e entender o que é ‘’O Empreendedor’’: ‘’ele transfere recursos econômicos de um setor de produtividade mais baixa para um setor de produtividade mais elevada e de maior rendimento’’. Apesar de ser um economista e, segundo Drucker, Say, um admirador de Adam Smith, ele possuía um pensamento que era independente da escola clássica e moderna da economia. Ele nos diz isto, pois a economia ‘‘se concentra em obter o máximo dos recursos existentes e almeja estabelecer o equilíbrio, otimizando-os. Traz o empreendedor aquele que melhora o que já existe, aprimorando-se os recursos disponíveis. Porém Drucker traz uma definição mais completa e dinâmica do empreendedor, que iremos tratá-la a demais no texto.


Muitos novos negócios são abertos em todo o mundo e a todo o momento, porém estas pessoas, que abrem estes negócios podem ser consideradas empreendedoras? Segundo a visão de Drucker nem todas. Ele nos diz: ‘’novos negócios, porém já existentes’’. Nenhuma prática nova, nenhuma criação nova, nenhuma inovação. A sua definição nos traz o ser empreendedor, que não apenas cria uma nova empresa, mas sim uma nova ideia, uma inovação no mercado, um novo diferencial proposto. O empreendedor, logo é um ser inovador, criativo, e consequentemente, que assume riscos, mas não só riscos, um conjunto de coisas que o faz deste, o ser empreendedor verdadeiro e concreto. A entrada de uma firma nova no mercado não basta para podermos adequar o termo para os donos desta, ela tem que ser inovadora e criativa, trazer um produto ou serviço novo para a comunidade, isso é o empreendedor. Logo, nesta visão, empresas antigas, já existentes, podem ser consideradas empreendedoras, na medida em que trazem produtos, serviços entre outras coisas, novas para a sociedade.
De acordo com Drucker ninguém nasce empreendedor, não é um traço de personalidade, mas sim um espírito de comportamento. As incertezas fazem parte deste espírito, sendo assim, o ser que busca sempre certezas em seu caminho, dificilmente poderá ser um grande empreendedor, pois empreendedores tomam decisões, ‘’e a essência de toda decisão, é a incerteza’’. O empreendedor vê na mudança, sempre uma oportunidade, e utiliza este estilo como norma.

Inovação Sistemática e as sete fontes de oportunidades inovadoras


A inovação é a prática dos empreendedores. Sem inovação, não há empreendedores.

Mas o que eles inovam? O que eles utilizam para esta inovação? Inovam produtos ou serviços, e utilizam recursos para esta inovação. Drucker nos diz que recurso só é considerado um recurso, quando podemos utilizá-lo de forma a ser útil para alguma coisa, como, por exemplo, o fungo da penicilina, que antes considerada uma praga, hoje, os bacteriologistas fazem dela um recurso utilizável para o combate de bactérias, sendo assim, a penicilina tornou-se um recurso de valor e considerada uma inovação empreendedora. Antigamente os agricultores utilizavam de técnicas mais rústicas para o trabalho de colheita, porque as máquinas colhedeiras eram muito caras para os fazendeiros, não podendo comprá-las, e tornando-as como um ‘’não recurso’’, sendo inutilizáveis. Até que um dos inventores, Cyrus McCormick, criou a compra a prazo, mostrando que este era outro recurso a ser usado. Isto é inovação através de recursos, e como mostra os exemplos, esta inovação não precisa ser técnica ou algo palpável.

Drucker cita que os empreendedores devem se apoiar na inovação sistemática, e para podermos entender o que é a inovação sistemática, veremos de maneira prática o que é uma atividade sistemática. Atividade sistemática é ‘’a atividade que possui um propósito determinado, ou seja, um objetivo, e que tenha um alto grau de previsibilidade dos resultados almejados e das possibilidades destes serem alcançados’’. Drucker nos diz que os empreendedores devem buscar a inovação sistemática. Tal inovação é feita a partir de muito trabalho. Empreendedores eficientes e eficazes vão atrás de suas coisas e trabalham para conquistá-las. Não são pessoas passivas, e consequentemente, não esperam que outras façam o seu trabalho. Eles simplesmente pesquisam e criam novas coisas a partir de novas oportunidades sacadas, e não esperam estas caírem em seus colos. Eles convertem um elemento em um recurso, por exemplo, uma rocha, em um novo elemento utilizável. A inovação sistemática, portanto, consiste na busca deliberada e organizada de mudanças, e na análise sistemática das oportunidades que tais mudanças podem oferecer para a inovação econômica e social. (Peter F. Drucker 1986).

Segundo com esta inovação sistemática, Drucker nos propicia as sete fontes de oportunidades inovadoras, ou seja, sete chances que podemos explorar para conseguirmos tal inovação e sermos empreendedores de sucesso. Irei apenas citá-las de forma simples e prática, e posteriormente em outros artigos, descrevê-las com maior aprofundamento.

1. No inesperado: Os empreendedores podem encontrar sucesso de forma inesperada, tanto quanto, o insucesso. Baseado em seu nicho de mercado, os empreendedores podem perceber algo que pode ser mudado em seu produto, ou até mesmo, criar um produto novo. Surge de um evento no meio ambiente interno ou externo.

2. Na incongruência: Entre a realidade como ela é de fato, e a realidade como se presume ser ou como ‘’deveria ser’’ (Drucker 2011). Os empreendedores devem saber o real valor de seus produtos para os seus clientes, e não o valor que seus produtos têm para os próprios empreendedores. Se um produto não está tendo um valor na realidade para os clientes, esta deverá ser outra fonte de mudança. Também está relacionada com algo do meio, seja ele interno ou externo.
3. Na necessidade de processo: Esta oportunidade surge na medida em que já se tem um processo, e os empreendedores, melhoram este processo, ou seja, a partir de um sistema antigo. Como por exemplo, a evolução dos computadores. Empreendedores e inventores enxergaram uma oportunidade e uma necessidade para computadores cada vez menores, mais rápidos e portáteis.

4. Nas estruturas da indústria e do mercado: Muitas indústrias se tornam obsoletas e parecem parar no tempo. A busca de inovações neste setor é de grande importância para que estas mantenham uma liderança competitiva no mercado. Algumas vezes, um produto pode estar estagnado, e esta é a hora, de se perguntar qual é o negócio em que empresa está inserida. A inovação neste setor é a fonte de sucesso. Grande parte oferecida pela evolução da tecnologia.
Estas quatro fontes citadas são de dentro das instituições, podendo ser visualizadas para o olhar de quem está no interior delas. As três fontes restantes, são implicadas fora das empresas. De acordo com Drucker ‘’elas são mudanças no meio social, filosófico, político e intelectual’’.
5. Mudanças demográficas: Estão enquadradas as mudanças na população em seu número, faixa etária, sexo, nível de emprego, faixa salarial, nível educacional e etc. Podemos usar um exemplo bem simples para demonstrar esta fonte. Em lugares mais ricos, geralmente, pessoas gastam mais, e se encontra maiores oportunidades de empreendimentos de sucesso, com uma população com um poder de compra maior.
6. Mudanças na percepção: São oportunidades geradas por mudanças no comportamento, e principalmente, podemos dizer, numa evolução mental das pessoas. Quebram-se padrões e modelos, para surgiram mudanças, e consequentemente, novas oportunidades de sucesso.
7. Conhecimento novo: São inovações baseadas no fruto de estudo. Segundo Drucker, são as inovações ‘’superestrela do espírito empreendedor’’. São as mais demoradas em questão do tempo, dentre todas as inovações, pois consiste em grandes estudos e novas tecnologias, por exemplo.
Estas fontes geram espaços para empreendedores visionários. Empreendedores, segundo Peter F. Drucker são pessoas inovadoras em seus processos mentais, não são nada comuns, e sempre buscam uma oportunidade de empreendimento. Não são pessoas padronizadas, buscam a diversificação e a criatividade. São pessoas diferentes que não se contentam com o que é vos dado, e criam novas formas e produtos, novas maneiras de se viver.
Ao final deste artigo, poderíamos resumi-lo todo em apenas duas palavras: Empreendedores inovam.
Bibliografia: DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor – Práticas e Princípios; São Paulo, editora CENGAGE Learning, 2011. 11° ed.


domingo, 7 de agosto de 2011

Passos para a empresa entrar nas mídias sociais

As mídias sociais são fundamentais nos dias atuais, seja na vida pessoal ou em um relacionamento profissional de grande porte. Porém, não estar devidamente preparado para a adesão dessas mídias pode transformar toda a sua estratégia de marketing social e sua campanha em mídias sociais em um desastre completo.

Ao contrário dos meios tradicionais, as mídias sociais requerem uma atenção especial quanto ao seu conteúdo e sua divulgação: do outro lado nós temos a mais absoluta certeza de que há – sempre – pessoas. Nas mídias mais comuns, a comunicação era feita em mão única, supondo, apenas, que existiam consumidores do outro lado da vertente. As pessoas eram classificadas e vistas apenas como números, estatísticas. Nas mídias sociais, as pessoas devem ser consideradas como pessoas, caso contrário, uma mobilização contra a sua marca poderá ser fatal.

A questão é: você tem público, conteúdo e, acima de tudo, está preparado para aderir mídias sociais à imagem da sua marca?

Separei aqui 7 passos para que você dê os seus primeiros passos.

1. Quais são os objetivos do seu negócio?

Ter uma clara consciência de seus objetivos é essencial para definir a diferença em aplicar mídias sociais na manutenção de clientes, na mobilização de ações de marketing ou no canal de vendas. Qual é o seu objetivo? Isso é fundamental para a execução e a indicação de desempenho e função das ações de mídias sociais. Focar suas ações de social media apenas nas vendas é uma maneira equivocada de estabelecer um canal 2.0, pois isso deixa o meio visível apenas como um negócio burocrático, que não envolve uma filosofia clara para com as pessoas.

2. Qual é o seu orçamento disponível?

Há um mito do digimundo de que na web tudo é de graça. Sabemos que mesmo que não gastemos um centavo sequer, alguém deve pagar a conta para que todos os milhares de servidores espalhados pelo mundo continuem funcionando para o nosso aproveitamento profissional e nosso entretenimento diário.

Montar um perfil no Twitter ou no Facebook leva alguns segundos e é de graça, porém fazer a manutenção da imagem da sua empresa perante os clientes é um exercício que leva tempo e, principalmente, investimento de capital humano e financeiro.

3. Quais ferramentas você usa? E por que você as usa?

Você tem um blog corporativo atualizado diariamente para seus funcionários e clientes, um perfil no Facebook com milhares de fãs agregados à sua marca e uma conta no Twitter com dezenas de milhares de seguidores. Qual o motivo de usar tais ferramentas? Um canal como o blog, por exemplo, é mais estático, amplo e fixo. O Twitter pode ser mantido para agregar clientes novos e ter contato direto e instantâneo com os consumidores. A página do Facebook pode ser utilizada para lançar discussões sobre determinados assuntos, criando uma interativade e um impacto muito maior nos seus clientes do que, talvez, um blog faria. Saber o que cada ferramenta é capaz de fazer e o que cada uma pode fazer para sua empresa é essencial para utilizá-las de maneira correta e eficiente.

4. Quem é o seu público-alvo?

Uma das primeiras lições a serem tomadas no digimundo corporativo é saber com quem você está falando. Identificá-los é tão primordial para seu sucesso quanto a própria eficiência de seu produto. Não conhecê-los, entretanto, pode queimar seus recursos de mídias sociais em um curto espaço de tempo, desgastando e tornando todas as ferramentas utilizadas meios ineficientes em um futuro próximo e posterior às suas primeiras ações.

5. Como é o seu analista de mídia social?

Você sabe qual o papel do seu analista de mídia social? Você deve conhecê-lo e ter ciência de que ele deve ter amplo conhecimento das ferramentas de mídias sociais, como aplicá-las, gerenciá-las e medi-las. Porém, tal profissional deve ter uma base muito bem formulada sobre todos os funcionamentos da sua empresa, do chão de fábrica até a alta gerência. Não há como usar mídias sociais e realizar seu gerenciamento (mesmo sendo um expert) se tal analista não conhece nem mesmo a empresa para qual trabalha.

Usar diversos canais é essencial, mas direcionar os clientes para esses diversos canais depois do primeiro contato é um erro gravíssimo. Caso ocorra algum desastre ou uma queima de imagem, como ocorreu recentemente com a Nestlé (que nos deu uma verdadeira aula de como aumentar uma crise usando as mídias sociais), seu analista de mídias sociais estará preparado?

6. Qual é a mensagem que você pretende passar?

O tipo da conversa, assim como o tom a ser utilizado, deve estar alinhado com a filosofia da sua empresa. Saber os canais a serem utilizados, conhecer o público-alvo e ter ciência do conteúdo a ser exposto é um primeiro passo. Saber definir a qualidade dessa mensagem e o tom que você quer impor é outra história.

7. Você consegue medir seu desempenho?

Se você não consegue medir seu desempenho no digimundo empresarial, você tem um problema: certamente você não irá conseguir controlar por muito tempo suas ações. Por outro lado, se você consegue facilmente medir seu desempenho, você tem um problema ainda maior: seus impactos em mídias sociais estão tão pífios que você consegue mensurá-los com qualquer ferramenta da web.

Cuidado com o que é difícil demais, mas tenha mais cuidado ainda com o que é fácil demais. Tratando-se de mídias sociais, o difícil sempre será o caminho errado, mas o fácil será um caminho pior ainda.